Linguarudos do Schwanke, morto em 92. Vejo ele hoje mais vivo que nunca, pelo menos no meu mau humor e na minha vontade de gritar.
7/12/2009
schwanke
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Man Ray e Kiki


Kiki of the Montparnasse foi retratada muitas vezes por Man Ray. Ela era uma cantora de cabaret, modelo e pintora com uma personalidade independente e vanguardista que atraiu amigos como Hemingway, Cocteau e o próprio Man Ray.
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Meyer Filho

Meyer Filho hoje estaria com 90 e poucos anos. Quando eu era adolescente e morava em Florianópolis, naqueles anos de 80, a ilha tinha uma coisa mágica. Ok, dizem isso até hoje. Mas naquele tempo, anos 80, a gente ia em praias desertas, conversava com todo mundo na rua e tinha um clima festivo, casas de portas abertas (ai que saudade) e os habitantes... quanta diversidade. Naquele tempo eu voltava da aula e às vezes via Meyer Filho, que morava bem próximo de nós, nas redondezas do Estádio do Avaí, hoje shopping Beira Mar e antro da antidiversidade. Muitas vezes ele estava em frente da casa que morava e sempre nos saudava com um sorriso zombeteiro que nunca consegui esquecer. Adorava suas pinturas e se eu puder traduzir a ilha em duas pessoas, ei-las aqui: Meyer Filho e Franklin Cascaes.
Clica aqui para checar o site do Instituto Meyer Filho e dê uma espiadela nas pinturas eróticas...
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7/03/2009
Her Morning Elegance / Oren Lavie
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6/15/2009
Coincidência
---via Eduardo Viveiros---a descoberta e comparação entre a capa de Vinícius e BetHânia (que falta você me faz de 2005) e Pj Harvey e John Peel (The Peel sessions 1991-2004).
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Raul e Foca Cruz

Dia 17 de junho a partir das 19h30 será aberta a exposição de trabalhos de Raul Cruz e Geraldo Leão e tambem o lançamento do livro “Sonhos”, biografia e trabalhos de Raul Cruz de autoria de Foca Cruz no Paço da Liberdade na rua Tiradentes, centro.
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6/14/2009
6/13/2009
6/01/2009
timothy liles



Ele é um designer norte americano que desenhou para a Converse durante um tempo. Em tempos de economia criativa...
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5/31/2009
5/16/2009
blastus

Ele tem um coletivo na Bélgica chamado Hell o monsters.
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5/04/2009
Dalek



Ele tem formação em sociologia, antropologia e arte. Família de militares, se mudava a cada dois anos. Voltou-se para o skate e punk rock e toda a cultura underground. O cara é fera.
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4/26/2009
Barão de Itararé
Barão de Itararé
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Unanimitate
Nelson Rodrigues
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vontade indômita!
Saboro Nossuco
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4/20/2009
tezza
Meu pai também era meio curitibano e meio lajeano. Meu pai era fã.
Esse conto aqui? Peguei do site dele.
O OLHAR DE CURITIBA Reclamam de Dalton Trevisan, descobrem seus defeitos e lhe cobram empadinhas. Mas o santo homem continua sendo o paradigma de Curitiba, a avessa, a indecifrável
CRISTOVÃO TEZZA
Em nenhum lugar do mundo o olhar do Outro será tão mortal como em Curitiba. Não ria na festa, exceto como disfarce; não chore no enterro, a menos que estejam vendo; não erga os braços, temerário assim no meio da rua. Em último caso, protegido no bar, solte os nervos da gargalhada, do tapa demasiado forte nas costas, do palavrão retumbante e confira no mesmo instante o viés alheio: a extroversão não é alegria, é um risco calculado. A fila de ônibus é feita de Outros - por isso que se respeita. Não fale tão alto, exceto quando bêbado - e então fale tudo de uma vez, tudo aquilo que você vem observando a vida inteira e nunca lhe deram chance. Leia os jornais da terra, que são ruins de pedra, e vigie nas entrelinhas o que os calhordas andam inventando nos palácios. Investigue cada nome da coluna social: o próximo pode ser você, e mal acompanhado. Melhor nem sair no jornal: os outros vão rir, e a inveja vai te comer. Nas cerimônias públicas, fique firme, a gravata ajeitadinha, e meta o olho na calça curta da autoridade, na peruca torta da madame, na viadagem do orador, no ridículo daquele um que está sentado duas poltronas à frente cheio de caspa no paletó. Quem é esse que sem mais nem menos lhe pede informação na rua? Não é daqui, senão ia sozinho.
Como sozinho vai Dalton Trevisan, desde sempre, o paradigma de Curitiba, a avessa, a indecifrável, a incorruptível Curitiba, que por nenhum preço do mundo aceita um carimbo na testa, por mais alto que a banda toque.
E como reclamam dele! Como metem o pau, como descobrem defeitos, como lhe cobram empadinhas! E as pedras, então? Rútilas, cortantes na cabeça. De tal modo que ele, santo homem, decidiu compilá-las em dois ou três parágrafos - Quem tem medo de vampiro? - para maior facilidade de manuseio. Inútil: o jornalismo ingênuo decidiu que ele fazia autocrítica! Um curitibano fazendo autocrítica, já se viu?! Ridículo! Nem no Partidão! Antes beber da água do Rio Belém!
Em outra encarnação - Curitiba está povoada de espíritos - Dalton Trevisan também foi curitibano, quando a cidade sequer existia; e ao nascer foi só esperar que o Vampiro lhe desse uma face, sempre a mesma, de microscópicos relevos que ocupam todas as ruas, por mais que tombem as casas, que se atravessem os expressos, que se iluminem os acrílicos, que se plantem pinheirinhos. Saudades de Curitiba de trinta anos atrás? Saudades das polaquinhas? Saudades da velha manca? Nem é preciso. Curitiba é um Olhar, e até meu avô sabia que olhar não ocupa espaço. Mas como esmaga!
Nenhuma cidade tem mais vergonha na cara que Curitiba - tanta, que emudece, na timidez doida e doída, no silêncio pesado de alguma coisa mais grave, mais forte, mais alta que o riso fácil brasileirinho.
Só uma proteção: olhe você também. E os Outros darão o troco, porque o nosso jogo é este, fuzilante.
Olham e dizem: mas ele escreve sempre a mesma história, e cada vez mais torto! Pois por que não reclamam de Samuel Beckett, que passou a vida dizendo a mesma frase pela metade e nunca provou uma broinha de fubá mimoso? Está certo que o tal bradava a morte do Homem, sem usar vírgula; mas Dalton Trevisan aponta com o dedo, e a sintaxe irritadiça, quem está morrendo - é aquele ali na esquina, com uma espinha na testa, é a piranha de meia furada, é o Dario que já morreu e roubaram o relógio dele. E acabou-se a página. Que culpa o Vampiro tem se o sangue é sempre o mesmo? Não é só na Europa; também em Curitiba não há nenhuma esperança na face da terra. Alguém precisa nos lembrar disso, por escrito, porque a memória é frágil, e o mundo está cheio de levianos alegrinhos fingindo que a vida é o mar de rosas da rádio Colombo - e não esse espanto desajeitado que atravessa o mundo inteiro, do mesmo modo que a Barreirinha.
Olham e dizem: mas que vocabulário estreito, que coleirinha de chavões! Pra que mais, se o que ele quer é uma só palavra na veia, a que mata! O bom veneno é o já testado, como o café da Boca.
Olham e dizem: mas por que esse nojo do povinho, dos miseráveis, dos pequenos? Pois por acaso alguém é Nobre, alguém é Grande? Você conhece? Mora aonde?
E depois de olharem e dizerem até a última gota de cafezinho, querem recuperar a ovelha desgarrada (que todos somos) tentando lhe pregar uma peça de ouro, um medalhão no peito, para desfrute na praça, com casquinhas pra todo lado e logotipo moderno. Nunca! Pois Curitiba é assim: não se entrega; comparece à cerimônia, mas ri até o gozo dos que caem na arapuca e sobem no palco para receber os louros e as palminhas. Quem perdoa a coroação de Emiliano Perneta? (Mas a boca-livre estava ótima.)
Por último: mas nem uma fotografia? Se Vampiro não sai em espelho, vai sair em fotografia? Quem fotografa Curitiba vê fachadas - muito bonitas - e mais nada. Olhe bem. Ela está em outra parte. Não perca tempo com as fachadas. Melhor o azulejo branco do velho Palácio e o cheiro do bife, melhor a peçonha destilada na cerveja.
Dalton Trevisan, é certo, será sempre assim, revisitado a cada linha reescrita mil vezes. Quanto à sua secreta alma gêmea, Curitiba, esta dependerá da força dos espíritos ante a horda dos invasores do Terceiro Milênio - o povão da periferia, os catarinas migrantes, os funcionários transferidos, os nordestinos teimosos... Acabam de se mudar e em uma semana já não visitam ninguém sem convite prévio - é a primeira das Sete Provas de Fogo, que às vezes levam uma vida inteira. Basta passear no calçadão da XV, percorrer os domingos do Passeio Público - é essa a cor de Curitiba? De qual delas? Do Município Oficial, teimando em inventar uma História que se perdeu, ou, quem sabe, nunca existiu além do paranismo risível, mas que sobrevive heróico e retumbante nas páginas da Gazeta? Da Curitiba estrangeira que chegou e vem chegando de toda parte fazendo filhos curitibanos e ocupando apartamentos? Ou do Olhar intangível e onipresente que coloca cada pose no seu devido lugar, com a impiedade dos profetas? No ano 2000 - que está na porta! -, que alma teremos nós? O rosto já sabemos: calçadões-rolantes, heliporto na Santos Andrade, bonde solar. Mas e a alma?
Que se preparem os espíritos. Será uma luta lenta, silenciosa e medonha. Porque é mais fácil mudar todas as canaletas do Expresso em sete dias que suprimir o Olhar, a Ira e a Curitiba de Dalton Trevisan.
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Toy Centro

Mais uma da Andrea May...uma exposição de toys brasileiros lá em Montreal. Pena que não posso ir pessoalmente. Conheci Montreal e é uma cidade incrível. A studiolovetoys estará lá.
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miran
Ele é o grande editor da revista gráfica:clica aqui se não conhece, mas clica com tempo... e é diretor de arte e cartunista. Quando eu era novinha, lá nos anos 80, eu lembro que meu irmão Maurício trazia as revistas de Curitiba e eu amava. Quando eu ia para Curitiba e andava na XV em frente a bondinho, via aqueles cartazes poloneses que já falei mil vezes aqui e sentia uma identidade curitibana. A primeira ilustração aqui lembra bem os recortes eslavos e nórdicos, não acha?
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Marcadores: curitiba, design gráfico
4/17/2009
4/15/2009
Jack Kerouac e Dalton Trevisan
"Eu só confio nas pessoas loucas, aquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira,mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas
Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam."
Jack Kerouac
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4/13/2009
ronnie von
01- Meu novo cantar
02- Chega de tudo
03- Espelhos quebrados
04- Silvia, 20 horas, domingo
05- Menina de tranças
06- Nada de novo
07- Esperança de cantar
08- Anarquia
09- Mil novecentos e alem
10- Tristeza num dia alegre
11- Contudo, todavia
12- Canto de despedida
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wes wilson

Pai dos cartazes psicodélicos nos anos 60, esse californiano foi influenciado pelo art nouveau. Clica aqui e leia toda a história dele.
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papergirl in kimono

Via kimono vintage
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4/12/2009
Yvette Gilbert


Emma Laure Esther Guilbert nasceu em uma família humilde e aos dezesseis, ingressou no teatro de variedades após ser descoberta em uma loja por um jornalista. Renomeada de Yvette Guilbert, a cantora foi um dos grandes nomes da chanson realist. Guilbert foi imortalizada por Toulouse Lautrec e achava que ficava feia demais ao ser retratada por ele. As luvas negras e sua postura esguia era sua marca registrada. No cartaz para o cabaret Divan Japonais Lautrec (acima) coloca Jane Avril em primeiro plano e Yvette em segundo plano cantando e é possível reconhecê-la apenas pelo corpo, graças as luvas e o vestido amarelo. Lautrec amava Yvette e fez inúmeros desenhos e litografias dela. Leia um texto maravilhoso aqui sobre a faceta de designer gráfico de Toulouse Lautrec por carlos Mesquita.
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4/11/2009
maiakovsky
Maiakóvsky e Lila Brik
Amor não é aceitar tudo. Onde tudo é aceito, presumo que há falta de amor.
Vladimir Maiakovsky
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foca cruz
"Andrea tentando ver o quadro" de Foca Cruz, artista curitibano.
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marketing estratégico


WWF, ecofonte(com buraquinhos no meio dela ela é capaz de economizar 20% de tinta na impressão) e uma campanha pró leitura. Acredita em conscientização?
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shunga
Gravuras japonesas todos sabem que amo. O que seria de nós sem elas? Mas as gravuras eróticas eram de circulação restrita e de cunho educativo pois, serviam até para ensinar posições e algumas regrinhas básicas de higiene.
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Inez van Lamsweerde and Vinoodh Matadin
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i love you more than...............blogs
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Gato Preto

Gato Preto é o blog da Leila Lamp. Blog lindão de uma designer talentosa que adora gatos. Ela mora em Florianópolis e gosta de remar na Lagoa do Peri -que ruim né?
Clica aqui para acessar o portfolio dela.
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Bruno Borges

Bruno Borges só tem 24 aninhos e já dedica suor, sangue e samba na nova onda do design gráfico. Achei no blog da Cristal, a entusiasta do que o Brasil tem de melhor. Clica no blog dela feijoada com laranja e descubra, se já não sabe. E o blog do Bruno com sua entrevista na ZUPI magazine aqui.
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romolo

No blog amora mia achei Romolo, designer gráfico de Curitiba. Vale a pena dar uma olhada no portfolio dele. Talentoso o rapaz...
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sunglasses
Karina é estilista e fotógrafa de São Paulo, tem uma filhinha linda e é autora dessa foto. Seu blog é recente e para favoritar só clicar aqui: sunglasses.
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4/10/2009
alta ansiedade
O que faz um artista entre burocratas? Você já viu esse filme? Não consigo esquecer verdade indômita.
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4/08/2009
4/06/2009
4/05/2009
nosso tempo
Sexta-feira levei o livro da Frida Kahlo para que olhassem.
Falamos de identidade cultural e elas puderam visualizar uma mulher que lutou pelos direitos da mulher e pela sobrevivência da cultura mexicana. Falamos um pouco de sua vida, dores, amores, saúde, auto-estima e fatores que influenciaram a obra de Frida.
Aprender a olhar e entender o porquê, sem simplesmente aceitar o comum. Questionar para produzir com qualidade, sinceridade e originalidade.
E se nós fossemos Fridas de Curitiba e produzíssemos artesanato. Que cara teria nosso produto?
Mais: se vamos produzir precisamos vender e se vamos vender, quem vai comprar? Quem se interessa por artesanato? Porque hoje estamos vendo uma valorização do artesanato e da identidade?
Coloquei a máquina digital na mesa: porque temos hoje coisas que fazem tudo depressa? Como é o nosso tempo?
Respostas: medo, infelicidade e finalmente falta de tempo.
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vontade indômita
Noite dessas, liguei a tevê e estava começando "Vontade Indômita". Era um pouco mais da meia noite. Que filme. Gary Cooper, no auge da "boniteza" toda dele, faz o papel do arquiteto visionário Howard Roark.
Howard Roark defende que a arquitectura deve ser o resultado da visão de um Homem e não um monte de opiniões que agradem à opinião pública. O filme fala de arquitetura mas também fala de jornalismo e propaganda ideológica. Fala de visão, poder e manipulação. Mas o mais bonito no filme é a forma como não interessa para ele a grana e a glória e sim ver materializado o seu projeto, tal qual imaginou.
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para dias, aqueles, em que nos sentimos uma merda!
"é difícil falhar, mas pior é nunca ter tentado"
theodore Roosevelt
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Medo e ressentimento

No Paleolítico o homem era nômade. Descobriram recentemente que o artista caçador que desenhava na parede fazia um esboço com carvão. Caçadores pintavam as paredes das cavernas com animais feridos mortalmente e acreditavam que isso garantiria a caça e consequentemente a sobrevivência. Dizem também que o meu medo de baratas vem dessa época. Quando a natureza estava prestes a se manifestar em forma de tempestade, inundação ou furacão, animais entravam nas cavernas para se proteger. Ou seja, carregamos o medo ancestral de não sobreviver, isso até hoje. 
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Dolan Geiman
Ando com mania de cavalos. Adoro os passarinhos que ele faz e já postei antes. Tem coisas novas lá.
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3/30/2009
3/23/2009
3/16/2009
3/09/2009
3/08/2009
camila luz
Foto do Marcelo Romani para projeto final de design de moda e meus toys lá, fazendo figuração. Os toys são de 2006, ou seja eles já não estão mais fazendo pontas em filmes infantis.
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2/28/2009
2/18/2009
o diabo mora nos detalhes




O André Malinski, daqui de curitiba, queridíssimo, produziu essa série chamada "Deus mora nos detalhes". Lindo não?
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2/16/2009
Hélio Leites
O trabalho dele é original, é naife contemporâneo, é folk performático, é barroco que ri de si mesmo, é psico-lúdico como ele mesmo diz, aliás, as auto-definições dele são muito melhores que as minhas. Ele é fabuloso, assim como seu trabalho.
Engraçado, bem humorado e criativo. Não é disso que a gente precisa?
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Troshinky e Valerio vidali





Os dois primeiros trabalhos são de Troshinsky, nascido em Moscou em 85. Os três últimos são de Valerio Vidali, nascido em 83 na Itália.
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2/12/2009
A última gargalhada

A melancolia, desolação do personagem quando perde o emprego de porteiro que lhe dava muito prestígio é o tema dessa obra de Murnau. Em alemão o filme se chama "O último homem".
Murnau deu uma final feliz para o porteiro.
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